Avaliar para Melhorar
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Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), a Avaliação Institucional é um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e está relacionada:à melhoria da qualidade da educação superior;

  • à orientação da expansão de sua oferta;
  • ao aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social;
  • ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional.

Ainda segundo o Instituto, a Avaliação Institucional divide-se em duas modalidades:

Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição e orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da autoavaliação institucional da CONAES, consiste num procedimento interno cujo planejamento estratégico consta no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que determina que a instituição disporá de uma comissão própria de avaliação que, através de reuniões ao longo de todos os semestres, planejará os métodos que serão utilizados para compor o processo de autoavaliação. Essa comissão é mais conhecida pela sua sigla: CPA. 

A avaliação institucional é fundamental para o desenvolvimento da FANESE e é sempre revista e reelaborada, semestre a semestre, para evolução dos seus processos e para garantia de maior eficiência. 

Avaliação externa – Realizada por comissões designadas pelo INEP, a avaliação externa tem como referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos instrumentos de avaliação e os relatórios das autoavaliações. O processo de avaliação externa independe de sua abordagem e se orienta por uma visão multidimensional que busque integrar sua natureza formativa e de regulação, numa perspectiva de globalidade.

A legislação federal que prevê a criação e o papel da CPA é a Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004.

REGULAMENTO

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) é regulamentada, internamente, pela Resolução nº 01/CAS de 14 de abril de 2008, e as suas atividades seguem os parâmetros estabelecidos pela Lei 10.861 de 14 de abril de 2004, em especial pelo artigo 11 e seguintes.

COMPOSIÇÃO

Conforme a portaria nº 26 de 2017, a composição doa Comissão Própria de Avaliação, bem como da sua secretaria executiva é a seguinte:

Composição da CPA*

  • Ulisses Pereira Ribeiro (Coordenador da CPA);
  • José Albérico Ferreira (Coordenador Acadêmico);
  • José Ferreira Saldanha Neto (Representante dos Técnicos Administrativos);
  • Luciana Cristina Andrade Franco (Representante dos Docentes);
  • Alcides Anastácio de Araújo Filho (Representante dos coord. de Curso);
  • Carla Beatriz da Silva Rodrigues (Representante dos Discentes);
  • Sidney Vasconcelos Andrade (Representante da Sociedade Civil);
  • José Paulo de Andrade (Representante da Equipe EAD).

(*) Mandato dos componentes da CPA: 02 anos

Composição da Secretaria Executiva(*)

  • Ulisses Pereira Ribeiro (Assessor de Qualidade);
  • Rafael Vicente Barletta Spacca (Representando dos Coordenadores de Curso);
  • Marta de Lima Leite (Representante da Biblioteca);
  • Helena Maria Cabral Ferreira (Representante dos docentes);
  • Analice Nóbrega Oliveira Bento (Coordenadora Psicopegadógica);
  • Nataly Santos Monteiro (Coordenadora da Pós-Graduação);
  • Helaine dos Santos Ramos (Representante da Procuradoria Institucional);
  • Clara Angélica Gonçalves (Representante do Núcleo de Prática Jurídica).

(*) Mandato dos membros da Secretaria Executiva: 04 anos.

Atribuições da CPA

  • Avaliar o Relatório da Autoavaliação elaborado pela Secretaria Executiva;
  • Prestar informações à direção geral da instituição e aos órgãos federais de avaliação do ensino superior;
  • Zelar pelo cumprimento do disposto no regulamento interno da FANESE e da legislação federal concernente à avaliação do ensino superior;
  • Acompanhar, continuadamente, a execução do processo de avaliação do ensino superior;
  • Emitir parecer conclusivo sobre o desempenho institucional.

Atribuições da Secretaria Executiva

  • Divulgar as atividades do processo de autoavaliação;
  • Elaborar o relatório de autoavaliação;
  • Divulgar os resultados do relatório de autoavaliação para CPA;
  • Publicar os resultados do processo de cada avaliação realizada, para comunidade acadêmica.

Instrumentos Avaliativos

Os métodos de autoavaliação adotados pela FANESE dividem-se em:

  • Avaliações semestrais – que incluem as avaliações docentes feitas pelos alunos, as dos coordenadores feitas pelos professores, e as dos docentes feitas pelos coordenadores;
  • Avaliação anual – que é a avaliação da instituição feita por professores e alunos;
  • Pesquisas setoriais sazonais de satisfação voltadas ao público interno;
  • Relatórios da ouvidoria e do Núcleo de Apoio Psicopedagógico – que são realizadas através da elaboração de relatórios de periodicidade contínua, de ambos os setores, para planejamento de ações a partir dos resultados.

Dessa forma, a instituição coleta os dados de que necessita para a Comissão Própria de avaliação dispor de subsídios suficientes ao planejamento de ações de melhorias institucionais. A participação de toda a comunidade acadêmica é imprescindível a esse processo.

AVANÇOS E DESAFIOS DETECTADOS

Nesta seção são apontados avanços e desafios a serem enfrentados pela FANESE, por eixo tratado no Relatório de Autoavaliação Institucional consolidado em 2017. Procura-se evidenciar os avanços práticos em relação ao que foi programado no seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), a partir do perfil e da identidade da IES.

EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Em relação ao eixo 1, que trata do planejamento e avaliação institucional, havemos de destacar os seguintes avanços no triênio 2015 - 2017:

  • Execução total do que houvera sido programado no PDI anterior em relação aos novos cursos de graduação, inclusive em relação à Engenharia de Petróleo, que foi extinto por motivos alheios a execução do que houvera sido programado no PDI pela instituição. Execução parcial em relação ao novo PDI (2016 – 2019) que contempla novos cursos, incluindo-se nessa execução parcial o requerimento de credenciamento EAD para oferta dos cursos de Administração, Tecnólogo em Marketing e em Processos Gerenciais;
  • Execução parcial do PDI em relação aos cursos de pós-graduação lato sensu;
  • • Elaboração do plano de ação com a participação integrada dos diversos setores da IES com vista a elaboração do próximo PDI;
  • Processo de autoavaliação contempla os processos propostos pelo planejamento de autoavaliação institucional que consta no PDI e que vem sendo aprimorado semestre a semestre, incluindo-se a aplicação da pesquisa de clima;
  • Percentual expressivo de participação dos alunos e professores nas autoavaliações institucionais, sendo que a menor participação dos alunos no triênio foi de 32% e a de professores de aproximadamente 77%;
  • Comissão Própria de Avaliação composta por representantes internos de áreas de atuação distintas, como representantes dos docentes, coordenadores e técnicos administrativos, e por representantes da sociedade civil, tanto na comissão quanto na sua secretaria executiva e que agora conta com representante do DCE para garantia da participação dos alunos no processo;
  • Resultados das avaliações divulgados no sistema acadêmico para professores e coordenadores, e nos murais da CPA para alunos e membros da sociedade em geral, bem como através de relatórios analíticos divulgados à direção e aos colaboradores da instituição, em reuniões realizadas por setor, e no hotsite da Comissão, uma novidade implementada em 2016;
  • Reuniões entre coordenação e professor, individualmente, a respeito dos resultados das avaliações, com vista a valorizar os resultados positivos e estimular a melhoria dos resultados positivos. Substituição de professor em casos extremos, após tentativas prévias de estímulo a melhoria da metodologia de ensino/aprendizagem;
  • Reuniões e treinamentos pedagógicos semestrais, tomando como base os resultados das avaliações da CPA;
  • Elaboração de projeto de avaliação institucional com sustentabilidade financeira, em 2016 e 2017;
  • Entrega de relatórios semestrais ao corpo diretivo da instituição, conforme havia sido projetado no relatório anterior, garantindo maior participação da CPA nos processos decisórios institucionais;
  • • Nem todas as decisões relacionadas a melhorias institucionais em pontos que passam pelo processo de avaliação institucional e docente eram tomadas a partir dos relatórios de autoavaliação, todavia a partir de 2016 ações passaram a ter influência mais significativas desses processos, para as ações diagnosticadas;

Sobre os desafios relacionados ao planejamento e avaliação institucional, a IES destaca o seguinte:

  • Avançar no planejamento e execução de ações voltadas para o corpo técnico-administrativo integrado ao setor de recursos humanos da IES.
  • • Avançar na integração da pós-graduação nos processos de avaliação institucional ainda incipientes, embora já em fase de planejamento.

Eis, então, apresentados os avanços e desafios encontrados pela Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe em relação ao planejamento e à avaliação institucional. Com os avanços e desafios apresentados, podemos concluir que em relação ao planejamento e avaliação institucionais houve um número acentuado de avanços, com um procedimento de autoavaliação que se encontra envolvido com os setores da instituição, e com a adoção de procedimentos de viabilização do contato entre a Comissão Própria de Avaliação e a comunidade acadêmica.

Os desafios em relação ao referido eixo são de conhecimento dos que compõem o corpo administrativo e acadêmico da IES. Por esse motivo, estratégias de incremento das ações que integram o referido eixo vêm sendo constantemente discutidas em sede de reuniões da CPA.

Em seguida serão abordadas as potencialidades e fragilidades em relação ao desenvolvimento institucional.

EIXO 2: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

Em relação ao eixo 2, que trata do desenvolvimento institucional, abaixo se apresentam os avanços:

  • O primeiro deles se deu em relação aos objetivos e metas do PDI, vez que o planejamento em relação ao incremento de novos cursos e, consequentemente da infraestrutura foram atingidos completamente;
  • De igual modo, foi aberto processo de requerimento de credenciamento EAD para os cursos de Administração bacharelado e para os cursos tecnólogo em Processos Gerenciais e Marketing;
  • O segundo avanço se deu em relação à coerência entre o PDI e as práticas de extensão, que têm sido desenvolvidas tanto para implementar os processos de ensino e aprendizagem do seu público interno como foram disponibilizadas práticas para o público externo, a exemplo da capacitação dos conselheiros tutelares de mais 50 municípios, e do projeto de capacitação para preenchimento do formulário de Imposto de Renda da Receita Federal, que se repetiu em 2016 e em 2017;
  • O terceiro avanço se deu em relação às práticas ou políticas de incentivo à pesquisa, posto que, considerando-se a coerência em relação ao PDI, as atividades fomentadas pela instituição extrapolam incentivos, que era o que estava previsto no referido documento;
  • Em relação à coerência entre o PDI e as ações direcionadas à diversidade, ao meio ambiente, à memória cultural e ao patrimônio cultural, bem como à promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-raciais, as práticas evoluíram no triênio analisado e atendem aos compromissos estabelecidos no PDI;
  • Sobre a visão e a missão institucionais, ambas foram atualizadas considerando a atual estrutura organizacional, suas metas e objetivos;
  • Melhoria nas ações de extensão, que em 2015 eram incipientes, agora já contam com portaria de institucionalização de procedimentos;

Em relação aos desafios, no tocante ao desenvolvimento institucional, a IES reconhece os seguintes:

  • As ações institucionais de incentivo à produção artística e cultural, apesar de já melhor desenvolvidas, são ainda insuficientes e precisam passar por um processo de melhor planejamento para que se integrem de forma mais efetivas às práticas acadêmicas;
  • De igual modo, ações de inclusão são ainda incipientes, mas, diferente de 2015, já há previsão para tais políticas nos objetivos do PDI, e já há ações dessa natureza sendo desenvolvidas na IES, embora não tenham sido normatizadas;

Eis então uma síntese dos desafios e avanços da IES em relação ao desenvolvimento institucional. Sobre o referido eixo, e levando em consideração as análises postas a respeito, temos que a instituição apresenta mais coerências que incoerências em relação às suas práticas pedagógicas, de extensão e de incentivo a pesquisa.

Entretanto, em relação ao desenvolvimento institucional, alguns itens precisam de particular atenção, e as ações que serão tomadas para mudança desse quadro serão tratadas no capítulo específico para esse fim. Tratados dos avanços e desafios da IES em relação ao desenvolvimento institucional, passaremos a abordagem dos mesmos em relação às políticas acadêmicas.

EIXO 3: POLÍTICAS ACADÊMICAS

Em relação aos avanços em termos de políticas acadêmicas da IES, no triênio 2015 - 2017, temos:

  • Sobre políticas administrativas de ensino para a graduação, em 2016 os tutores EAD passaram por treinamentos com o objetivo de capacitá-los para a elaboração de material didático, e para uniformização de diretrizes didático-pedagógicas de procedimentos na webaula;
  • Continuidade a cessão das instalações e equipamentos para desenvolvimento de pesquisas fomentadas por agências especializadas locais ou nacionais;
  • Manutenção das atividades da fábrica de softwares, responsável pela criação dos softwares utilizados na instituição e pela melhoria do sistema acadêmico, agora para inclusão da pós-graduação e do corpo técnico administrativo no sistema de avaliação;
  • Continuidade às atividades das duas revistas com indexação eletrônica, a “Revista Eletrônica da FANESE”, com ISSN 2317-3769 e a “Revista do Curso de Direito”, com ISSN 22363173;
  • Continuidade na disseminação de informações, no domínio interno, com atendimentos presenciais, reuniões setoriais e visitas periódicas às salas de aula, todos feitos pela Comissão Própria de Avaliação;
  • Continuidade na oferta dos nivelamentos de português e de matemática, bem como do atendimento do Núcleo de Apoio Psicopedagógico;
  • Disponibilização de um dos auditórios todos os dias da semana para eventos;
  • Continuidade com a política de auxílio financeiro aos docentes para participação de eventos na sua área de atuação, destacando, inclusive um trabalho premiado nacionalmente em 2016;
  • Criação de um setor interno exclusivamente para planejamento e execução de eventos internos;
  • Instituição de uma Comissão Permanente para Apreciação e Aprovação das Propostas de Projetos Pedagógicos de cursos de graduação e pós-graduação lato sensu, com formalização de procedimentos e comissão através de portaria;
  • Custeio de curso de extensão de função social para capacitação de conselheiros tutelares de mais 50 municípios do Estado de Sergipe;
  • Institucionalização, através de portaria, de uma política de acompanhamento de alunos com matrícula suspensa ou em situação de abandono;
  • Institucionalização, através de portaria, de uma política de acompanhamento de alunos com matrícula suspensa ou em situação de abandono;
  • Determinação de análise sistemática e contínua da atualidade da matriz curricular de cursos pelos membros do NDE;

Sobre os desafios, os seguintes requerem atenção:

  • As ações de incentivo a atividades artísticas e culturais são ainda incipientes, mas já houve avanço em relação a 2015, ocasião em que não havia nenhuma política;
  • Integração mais efetiva entre as ações de pesquisa e extensão, da graduação e da pós-graduação, com a comunidade externa;

Sobre as políticas acadêmicas, a IES apresenta avanços especialmente em relação a ações de incentivo a produção do corpo docente e discente, bem como à extensão e aos eventos. Entretanto, alguns desafios requerem uma atenção especial, tais como ações ainda mais efetivas de incentivo a atividades artísticas e culturais, bem como a integração mais efetiva entre as ações de pesquisa e extensão, da graduação e da pós-graduação, com a comunidade externa. Tratados dos avanços e desafios da IES em relação às políticas acadêmicas, passaremos a abordagem dos mesmos em relação às políticas de gestão.

EIXO 4: POLÍTICAS DE GESTÃO

Em relação ao eixo 4, que trata das políticas de gestão, havemos de destacar em relação aos avanços:

  • A IES dispõe de política de formação e capacitação docente e do corpo técnico administrativo;
  • O site da IES disponibiliza espaço reservado a produções didáticas tanto pedagógicas quanto institucionais e ampliou o apoio a participação de docentes e discentes em eventos fora do Estado, em 2016;
  • Alteração nos membros dos Conselhos Superiores, CAS e CEPE;
  • Reformulação do Regimento Geral da IES, em 2017;
  • Aprovação de resolução que estabelece novas diretrizes para o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica, em 2016;
  • Reformulação dos pré-requisitos das práticas jurídicas da matriz curricular do curso de Direito, em 2017;
  • Alteração do conteúdo da matriz curricular do curso superior de graduação tecnológica em Logística, em 2017;
  • Realização de reuniões da CPA, para deliberações sobre processos de autoavaliação e medidas administrativas para aperfeiçoar esses processos, bem como para elaboração de um projeto de sustentabilidade financeira, em processo de execução, com mais integração entre os membros, incluindo uma maior participação dos alunos através da representação na CPA pelo DCE;
  • Aperfeiçoamento no sistema para integração da pós-graduação nos processos autoavaliativos institucionais;

Sobre os desafios, os seguintes requerem atenção:

  • A normatização interna vigente que regulamenta CPA completa dez anos em 2018. Entende-se que essa normatização requer atualização, diante das novas exigências dos órgãos reguladores externos e das necessidades internas;
  • Necessidade melhoria na gestão da aplicabilidade dos planos de carreira docente e do corpo técnico administrativo;
  • Necessidade de implementação das instruções normativas que estabelecem procedimentos para a pós-graduação em virtude das alterações recentes no procedimento de cadastro do Ministério da Educação;
  • Necessidade de planejamento e execução de treinamentos voltados especificamente para os gestores da instituição a fim de promover uma melhoria no funcionamento da instituição em relação ao seu funcionamento sistêmico e global, especificamente no quesito comunicação e integração.
  • Necessidade de ações ainda mais ativas sobre a gestão financeira e orçamentária da IES no sentido de minimizar a inadimplência e a evasão de alunos, bem como a gestão de custos.

Sobre as políticas de gestão é possível observar avanços significativos em 2016, especialmente com a resolução que estabelece novas diretrizes para o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica. Ademais, ressalte-se que uma evolução na infraestrutura do sistema de informática está em andamento para maior agilidade e integração acadêmico-administrativa.

Não obstante, alguns desafios requerem atenção especial também em relação às políticas de gestão, a exemplo da reavaliação dos planos de carreira e da implementação das instruções normativas que estabelecem procedimentos para a pós-graduação, para melhor integração desta as políticas institucionais da graduação, conforme diretrizes atuais do Ministério da Educação. Além da necessidade de atuação ainda mais ativa sobre a gestão financeira e orçamentária da IES, diante da conjuntura econômica atual que reverbera sobre o orçamento da IES.

Tratados dos avanços e desafios da IES em relação às políticas de gestão, passaremos a abordagem dos mesmos em relação à infraestrutura física.

EIXO 5: INFRAESTRUTURA FÍSICA

Em relação ao eixo 5, que trata da infraestrutura física, havemos de destacar que 2015 foi um ano de muitas mudanças estruturais na IES, o que acarretou, naturalmente, uma desaceleração em 2016, fruto de uma diminuição proporcional das demandas. As ações voltadas para infraestrutura em 2015 subsidiaram muitas ações neste ano e implicaram numa diminuição de necessidades dessa natureza em 2016 e em 2017.

Destaque-se que, em 2015, mudanças extremamente importantes, ligadas, particularmente, à acessibilidade e a segurança da comunidade acadêmica, foram providenciadas nas instalações administrativas da FANESE. Exemplo disso foi a adequação do estacionamento para instalação de piso tátil, que igualmente foi colocado nos corredores internos do prédio da instituição, em seus dois blocos.

Além do piso tátil, houve melhoria na segurança da IES a partir de articulações administrativas junto a Secretaria de Segurança Pública, que serviram para aumentar o patrulhamento da região com a ampliação do número de viaturas designadas a passar pela área do entorno da FANESE. Essas articulações aumentaram o tempo de patrulhamento da polícia militar do estado na área mencionada.

De igual modo, conforme já posto, houve, em 2015, uma mudança no fluxo do trânsito que só foi possível com a participação da IES em ações de mediação junto a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), bem como com a compra de semáforos para garantir a segurança do fluxo de pedestres, bem como para melhor circulação de veículos, especialmente nos horários de pico. Em atendimento a reivindicações do corpo discente nas avaliações institucionais, foram ainda trocados os pisos das escadas para maior segurança em dias de chuva.

Faça-se constar também no quesito investimento em infraestrutura, ainda em 2015, que a biblioteca foi equipada com novas mesas para estudo em grupo e seus serviços passaram por uma reformulação tecnológica. O acervo de TCCs passou a ser digitalizado, constando publicações desde 2013. Além disso, novos exemplares de livros são adquiridos anualmente a partir das sugestões de professores e alunos.

Com o intuito de dar suporte aos cursos de engenharia, em especial, foram ainda criados novos laboratórios com recursos de simulação para engenharias, e adquirida impressora 3D para auxiliar nos projetos de ensino/aprendizagem.

Além disso, novas salas foram instaladas em 2016 e 2017, implantados laboratórios de práticas com prancheta e de plástica para os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharias, inaugurado um novo auditório no terceiro andar do bloco B, onde passaram a ser realizadas as colações de grau e os eventos institucionais e de curso da IES. Esse novo auditório tem capacidade para quatro vezes mais alunos que o já existente no bloco A. Além disso, foram criados os espaços para abrigar a estrutura física da EAD FANESE (salas de coordenações e supervisões, gabinetes de atendimento ao estudante, estações de trabalho para atendimento de tutores a distância e secretaria da EAD FANESE).

Sobre os recursos de tecnologia de Informação e Comunicação, vale destacar as melhorias de sistemas para garantir melhor aproveitamento e maior velocidade de resposta aos sistemas. Some-se a isso melhorias quanto ao acesso à internet, vez que, em 2015 a IES fez um upgrade de 20MB Full duplex para 100MBs. Acrescente-se também atualização de softwares e upgrade de hardwares, como: Criação da matrícula online da Pós-Graduação; Melhorias no processo de matrícula online e otimizações da Graduação; Contratação de 90(noventa) máquinas locadas para os laboratórios de informática; Melhorias no módulo de alunos do controle acadêmico; Implantação da rede Wireless e integração com a rede da instituição;

A partir de 2015, alguns avanços puderam ser verificados e são eles:

  • Articulações da IES com a Secretaria de Segurança Pública para melhoria na segurança local;
  • Conclusão da construção de novas salas de aula e de outro auditório no terceiro andar do bloco B, que em 2015 estavam em fase de execução de obras;
  • Manutenção na disponibilização de secretária exclusiva para sala dos professores;
  • Maior utilização dos gabinetes de atendimento aos alunos, que atualmente são utilizados inclusive por professores em regime de trabalho parcial;
  • A comunidade acadêmica pode contar a partir de 2016 com elevadores nos dois blocos do campus, garantindo ainda mais condições de acessibilidade na instituição;
  • Manutenção no contrato com a empresa que administra os equipamentos de laboratório, garantindo a atualização constante desses materiais, bem como a preservação dos mesmos;
  • Suporte estrutural aos novos cursos (Engenharia e Arquitetura) com a compra de mesas de desenho e lousa virtual para o curso de arquitetura, bem como estruturação de laboratórios para o curso Engenharia Civil.
  • Mudanças no âmbito da infraestrutura nas áreas de atendimento aos alunos da CPA, que agora dispõe de uma sala maior, bem como mudança na composição, com a inclusão do Diretório Central dos Estudantes no corpo da comissão.
  • Implantação dos laboratórios de práticas com prancheta e de plástica para os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharias;
  • Criação dos espaços para abrigar a estrutura física da EAD FANESE (salas de coordenações e supervisões, gabinetes de atendimento ao estudante, estações de trabalho para atendimento de tutores a distância e secretaria da EAD FANESE);
  • A instalação de placas com sinalização em braile nas portas das salas de aula está em fase de negociação e contratação;
  • Em atendimento a reinvindicações dos alunos nas avaliações institucionais, foi contratada empresa para elaboração do projeto de instalação de catracas na entrada da IES para controle do acesso de pedestres. Em função do orçamento do projeto, esta ação está prevista no cronograma orçamentário-financeiro da IES.

Sobre os desafios, os seguintes requerem atenção:

  • Construção de canteiro de obras para atender aos cursos de engenharia, em especial ao de engenharia civil;
  • Transferência do Núcleo de Práticas Jurídicas para o local onde está instalada a sede da Fanese.

Em relação à infraestrutura, entre os avanços apostados, merece destaque especial a implantação da estrutura física da EAD, laboratórios para os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharias, conclusão da instalação de novas salas de aula no bloco B, e de outro auditório no terceiro andar do bloco B. Estas duas últimas ações concluídas em 2016. Além do mencionado, merece destaque em relação à infraestrutura, a manutenção das articulações da IES com a Secretaria de Segurança Pública para melhoria na segurança local.

O eixo de infraestrutura física conta também com desafios que merecem atenção nos próximos anos, e a IES está ciente desses e vem buscando formas viáveis de suplantá-los.

Eis, então, os avanços e desafios encontrados pela Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe em relação à infraestrutura física. Em seguida serão abordadas as ações com base na análise.

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